Então, vamos colocar as coisas no seu devido lugar? E se é pra começar, que comece sem meias palavras, sem nada pré formulado a ser escrito. Que tal assim: azar o seu. Se não viu minha mudança, se não reparou no meu jeito diferente de agir, de sentir, nos passos que eu dava pra longe a cada vacilo seu. Ilusão sua pensar que eu me deixaria enganar com alguma promessa sua. Que eu te daria de novo algum tipo de crédito, ou que eu deixaria você guiar tudo, de olhos fechados como eu sempre fiz. Eu costumo aprender com as minhas quedas. E costumo me reerguer ainda mais forte. Se eu te amei? Amei sim. Mais do que devia, mais do que você merecia. Hoje não mais. E ao contrário do que você pensava, eu não vou estar aqui quando você pensar em voltar, quando bater a saudade, quando o coração apertar, sinto muito. Se foi um jogo, é game over. Se foi uma história, esse é o ponto final. (a-heartbreaker)


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(...) Mudei muito. Não por vontade própria, mas por um dever comigo mesma. Uma espécie de auto ajuda. Me impus pra não ter que aceitar nenhum tipo de imposição. E por fim me aceitei. Do meu jeitinho. Assim, passando de qualquer jeito pelas coisas, fazendo um caos, com crises, paranoias, mau humor, e sem maquiagem, pacote completo. Hoje mais do que nunca lembrei de todos(as) que passaram por mim. Dentre eles, você. Pensei em enumerar tudo o que aprendi ao longo desse tempo. Afinal, alguma coisa de bom você deve ter me ensinado não? Pensei em: ser forte, sorrir mesmo quando felicidade não tinha nem um pouco a ver com o que eu tava sentindo. Mas não era bem isso. De tanto quebrar a cabeça decifrei o enigma. Mais que isso, você me ensinou a ser sozinha. Essa indiferença disfarçada de cansaço ambulante. Me ensinou a ser só minha e sinceramente, fico te devendo pro resto da vida. Camila Colares, 18.
Another dose, please...
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